terça-feira, 28 de maio de 2013
E uma sensação gostosa invade a gente quando, por acaso, descobrimos uma foto de um momento bom que a gente não sabia que tinha sido fotografado. E aí a gente pára e fica olhando, sem perceber que os minutos se passam e a gente continua ali, só na doce recordação de uma sensação tão perfeita... Leve, impulsiva, sem frescuras. E aquele sorriso malicioso de canto de boca ressurge como no instante em que fora fotografado. Bacana... Muito bacana!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
E se eu disser que eu não me importei, eu estaria mentindo. Eu me importei sim. Eu me importei muito. Eu me importei demais. Talvez tenha sido esse o grande erro. Talvez a parte boa tivesse surgido mais vezes se eu não tivesse me importando tanto. Só que, detalhe: eu não consigo ser diferente. Mas... ser pequena, ser novinha, ser chata, ser insuportável... Nada disso impede de medir a consequência dos atos. Sinto como se mais uma parte gostosa, feliz, minha, tivesse sido tirada de mim. Mas as coisas são sempre assim. Nada me pertence. É tudo temporário no tapete voador do calendário. E já que temos força pra somar e dividir, enquanto estivermos aqui, se me vires cantando, canta comigo. Se me vires chorando, sorri. That's all.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Respira fundo, conta até três... de novo e de novo e de novo.
Felicidade saltando pelos olhos! Motivo? Ai ai... o motivo não tem nem como explicar!
Ontem acordei e numa playlist de músicas antigas tava tocando Cranberries... deu saudade dos tempos da faculdade. E aí lembrei de uma outra música também:
Felicidade saltando pelos olhos! Motivo? Ai ai... o motivo não tem nem como explicar!
Ontem acordei e numa playlist de músicas antigas tava tocando Cranberries... deu saudade dos tempos da faculdade. E aí lembrei de uma outra música também:
sábado, 4 de maio de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Aquele dia em que dar uma volta num parque que você nunca viu antes enche tua cabeça de lembranças e te faz viajar por momentos mais que agradáveis. O banco, ali, no meio das árvores, o aconchego, o carinho, as conversas que nunca tivemos antes, a cerveja que não acabava nunca mais... Ah, e a certeza de que, independentemente de resultados, de opiniões, de tombos, o que se quer mesmo já está decidido há um milhão de anos. Saudade.
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