tá, né... eu finjo que acredito e vc finge que fala a verdade!
[Studying hard... can't post something good enough!]
;]
segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
1, 2, 3 e... lá vai!
1º: Ouçamos sempre o que nos dizem papai e mamãe. A minha sempre dizia: "quado você dá a mão, logo te tomam o braço!" Eu reformularia, dizendo: "não ofereça nem a unha... te tomarão o corpo todo!"
2º: Àqueles de quem não gostamos, o reservado é a ignorância. [até parece q eu acredito... ¬¬ ]
3º: desculpem-me se deixo de lado coisas que podem ser importantes para outras pessoas. Só não gosto de gastar meu tempo com coisas inúteis (a meu ver).
Tudo muito subjetivo, sei... mas melhor não demonstrar o grau da revolta.
2º: Àqueles de quem não gostamos, o reservado é a ignorância. [até parece q eu acredito... ¬¬ ]
3º: desculpem-me se deixo de lado coisas que podem ser importantes para outras pessoas. Só não gosto de gastar meu tempo com coisas inúteis (a meu ver).
Tudo muito subjetivo, sei... mas melhor não demonstrar o grau da revolta.
domingo, 4 de abril de 2010
Ah, a vida...
O que, realmente, vale a pena? Não sei se os olhos ou o sorriso. Não sei se a roupa ou os hábitos linguísticos. Não sei se a cara ou a coragem. Não sei se a aparência ou a conta bancária.
Ah, a vontade de voltar a ser um ser sem preocupações existenciais...
Tão perto de ser aceitável e tão longe de ser verdade. Os rastros deixados por aqueles que veem a vida como um momento único, em que se deve viver tudo o que der vontade, mesmo que tenhamos plena consciência de que o que fazemos nem sempre é o que socialmente se estabelece como correto. "E daí que machucamos os outros? E daí que passamos por cima de nossos preceitos morais? Tudo vale a pena se for essa a minha vontade, se for isso o que manda o meu coração!" [tolices juvenis].
Ah, como eram preciosos os momentos de ingênua convivência com os amigos da escola... as trocas de lanche, as buscas por livros na biblioteca, as colas passadas sem que a professora percebesse...
É verdade que nos constituímos de lembranças. Mas o que seria mais interessante do que lembrar e usar as lembranças para construir um futuro coerente com as ações praticadas até então? Isso significa, em português mais claro: como é que uma pessoa que era 'boa', de acordo com o que eu julgo como tal, pode, repentinamente, se transformar em outra completamente diferente, com valores deturpados e em busca de coisas completamente absurdas?
"Sei lá, sei lá!" como já diziam os sábios cantores daquela música (linda, diga-se de passagem) que toca na novela.
Simplesmente não dá pra entender. E hoje não quero nem entrar na discussão de outro assunto que tô guardando pra um tópico bonitinho, sobre um assunto totalmente moderno e que faz a cabeça da gurizada.
Amemo-nos uns aos outros! (Domingo de Páscoa [pelo menos quando comecei a escrever... rs])
Ah, a vontade de voltar a ser um ser sem preocupações existenciais...
Tão perto de ser aceitável e tão longe de ser verdade. Os rastros deixados por aqueles que veem a vida como um momento único, em que se deve viver tudo o que der vontade, mesmo que tenhamos plena consciência de que o que fazemos nem sempre é o que socialmente se estabelece como correto. "E daí que machucamos os outros? E daí que passamos por cima de nossos preceitos morais? Tudo vale a pena se for essa a minha vontade, se for isso o que manda o meu coração!" [tolices juvenis].
Ah, como eram preciosos os momentos de ingênua convivência com os amigos da escola... as trocas de lanche, as buscas por livros na biblioteca, as colas passadas sem que a professora percebesse...
É verdade que nos constituímos de lembranças. Mas o que seria mais interessante do que lembrar e usar as lembranças para construir um futuro coerente com as ações praticadas até então? Isso significa, em português mais claro: como é que uma pessoa que era 'boa', de acordo com o que eu julgo como tal, pode, repentinamente, se transformar em outra completamente diferente, com valores deturpados e em busca de coisas completamente absurdas?
"Sei lá, sei lá!" como já diziam os sábios cantores daquela música (linda, diga-se de passagem) que toca na novela.
Simplesmente não dá pra entender. E hoje não quero nem entrar na discussão de outro assunto que tô guardando pra um tópico bonitinho, sobre um assunto totalmente moderno e que faz a cabeça da gurizada.
Amemo-nos uns aos outros! (Domingo de Páscoa [pelo menos quando comecei a escrever... rs])
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