):(
q q era mesmo????
tava ali prestando atenção não sei no q e lembrei q me esqueci do q era pra ser.
paciÊNCIA!
'bóra descobrir...
too... too... too... too...
tentar na próxima ligação!
(:)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
ágora, a de hoji, mano, né, daí!
A gente fala assim: porra... plágio nunca vai acontecer na minha vida!
¬¬
pqp... e não é que acontece? e q q a gente faz? mata o infeliz? manda pro inferno? dá um tiro na ponta da orelha esquerda?
eu queria mesmo era ter uma varinha mágica, pra fazer desaparecer, junto com toooooodas as (péssimas) lembranças.
é o cúmulo do cúmulo do cúmulo! (e cada um desses cúmulos tem um sentido diferente, segundo uma das milhões de teorias chatas que sou obrigada a vir a estar estudando ao longo dos anos existentes na minha vida desempenhada por mim com o intuito de observar o crescimento intelectual e ficcional dos quadros de da Vinte pregadas no corredor da prisão que circula entre os camaradas do lado de dentro da esquina que minha prima morava quando tinha 23 anos e 12 namorados) [minha mãe me ensinou a fazer expansão sintagmática! haushuashuasusaus]
anyway... resenha de um artigo gigantesco e dificílimo de ler para fazer... invocando todas as forças de todos os deuses da sabedoria e decodificação (texto em inglês).
Let me go hooooome!
e a fotaaa... pra ser mais completo o dia:
¬¬
pqp... e não é que acontece? e q q a gente faz? mata o infeliz? manda pro inferno? dá um tiro na ponta da orelha esquerda?
eu queria mesmo era ter uma varinha mágica, pra fazer desaparecer, junto com toooooodas as (péssimas) lembranças.
é o cúmulo do cúmulo do cúmulo! (e cada um desses cúmulos tem um sentido diferente, segundo uma das milhões de teorias chatas que sou obrigada a vir a estar estudando ao longo dos anos existentes na minha vida desempenhada por mim com o intuito de observar o crescimento intelectual e ficcional dos quadros de da Vinte pregadas no corredor da prisão que circula entre os camaradas do lado de dentro da esquina que minha prima morava quando tinha 23 anos e 12 namorados) [minha mãe me ensinou a fazer expansão sintagmática! haushuashuasusaus]
anyway... resenha de um artigo gigantesco e dificílimo de ler para fazer... invocando todas as forças de todos os deuses da sabedoria e decodificação (texto em inglês).
Let me go hooooome!
e a fotaaa... pra ser mais completo o dia:
a que era pra ser da sexta (17/09)
Digamos que, dentre as zilhões de coisas feitas, 98% me deixaram feliz.
Estágio: legal.
Correria de auxílio na secretaria do Mestrado: legal.
Pós-correria: legal.
Calo no pé por querer parecer mais "apresentável": não tão legal...
Eu tenho um pepino e posso dividí-lo com vocês.
Ou... posso comê-lo sozinha!
Ó dúvida cruel! rsrs
Estágio: legal.
Correria de auxílio na secretaria do Mestrado: legal.
Pós-correria: legal.
Calo no pé por querer parecer mais "apresentável": não tão legal...
Eu tenho um pepino e posso dividí-lo com vocês.
Ou... posso comê-lo sozinha!
Ó dúvida cruel! rsrs
domingo, 12 de setembro de 2010
Idiotismo*
Acho que já tenho idade suficiente para dizer que sinto saudades.
Saudade da tia da escola ensinando as primeiras letras e eu achando aquilo o máximo: um mundo de coisas a ser descoberto...
Saudade de assistir à Xuxa no sábado e sentir como se fosse um prêmio pela semana de estudos muito bem aproveitada...
Saudade da correria com os meninos na rua (nos dias em que a mãe deixava)...
Saudade dos "causo" contados pela vó na porta da casa dela, com a criançada toda em volta, ouvindo atenta! Ou das comidas deliciosas feitas no fogão à lenha...
Saudade de apostar quem chegava primeiro na escola... sair correndo de casa, sem mesmo tomar café, mas passar o dia zoando os meninos por terem perdido pra mim (algumas poucas vezes!)...
Saudade de escrever um textinho simples e todo mundo vê-lo como uma obra de arte, porque alguém decidiu que era o melhor entre muitos outros...
Saudade das brigas com os irmãos chatos, que fazem uma faaaaalta!
Saudade de não ter nada pra fazer e aproveitar cada segundo ao lado das pessoas que dedicavam uns minutinhos a mim...
Saudade de ter vontade de conversar besteira, só pra ver o tempo passar...
Saudade dos amigos aqui em casa, contando piada ou fazendo planos pro futuro...
Saudade dos meus cachooorros! dos meus brinquedos! de jogar bets! de cantar! de pular amarelinha! de correr pela rua! de ser feliz...
Saudade do primeiro ano de faculdade! conhecendo todo mundo e ninguém! fazendo algumas das amizades mais importantes da minha vida... conhecendo visões diferentes de mundo...
Saudades de dizer: estou tão happy por estar aqui... por estar fazendo o que estou fazendo, por estar na companhia de pessoas de quem gosto, por viver!
Saudade do tempo em que tinha a ilusão de que alguém me ouvia! Preciso, urgentemente, aprender a gritar mais alto.
[If I get through this, anything else is going to get me down anymore!]
*Também conhecido como expressão idiomática, ou termo que existe em uma língua sem correspondente exato em outras línguas, como é o caso da tal da saudade!
Saudade da tia da escola ensinando as primeiras letras e eu achando aquilo o máximo: um mundo de coisas a ser descoberto...
Saudade de assistir à Xuxa no sábado e sentir como se fosse um prêmio pela semana de estudos muito bem aproveitada...
Saudade da correria com os meninos na rua (nos dias em que a mãe deixava)...
Saudade dos "causo" contados pela vó na porta da casa dela, com a criançada toda em volta, ouvindo atenta! Ou das comidas deliciosas feitas no fogão à lenha...
Saudade de apostar quem chegava primeiro na escola... sair correndo de casa, sem mesmo tomar café, mas passar o dia zoando os meninos por terem perdido pra mim (algumas poucas vezes!)...
Saudade de escrever um textinho simples e todo mundo vê-lo como uma obra de arte, porque alguém decidiu que era o melhor entre muitos outros...
Saudade das brigas com os irmãos chatos, que fazem uma faaaaalta!
Saudade de não ter nada pra fazer e aproveitar cada segundo ao lado das pessoas que dedicavam uns minutinhos a mim...
Saudade de ter vontade de conversar besteira, só pra ver o tempo passar...
Saudade dos amigos aqui em casa, contando piada ou fazendo planos pro futuro...
Saudade dos meus cachooorros! dos meus brinquedos! de jogar bets! de cantar! de pular amarelinha! de correr pela rua! de ser feliz...
Saudade do primeiro ano de faculdade! conhecendo todo mundo e ninguém! fazendo algumas das amizades mais importantes da minha vida... conhecendo visões diferentes de mundo...
Saudades de dizer: estou tão happy por estar aqui... por estar fazendo o que estou fazendo, por estar na companhia de pessoas de quem gosto, por viver!
Saudade do tempo em que tinha a ilusão de que alguém me ouvia! Preciso, urgentemente, aprender a gritar mais alto.
[If I get through this, anything else is going to get me down anymore!]
*Também conhecido como expressão idiomática, ou termo que existe em uma língua sem correspondente exato em outras línguas, como é o caso da tal da saudade!
domingo, 29 de agosto de 2010
caaaaaaaaaaaaaaaaaara... de pau!
fuçando numas coisas que nem eram pra estar entre meus arquivos, porque copiei coisas que não eram para ser copiadas, lá estava: viva cada dia como se fosse o último. um dia você acerta!
hahaha... sem ironia minha vida não seria a mesma! digamos que a força maior da existência, no meu caso, é poder distorcer tudo e sacanear os outros. Mas e aí... q q essa frase tem a ver com a paçoca?? simples: li e achei a minha cara... li e achei apropriado ao momento, embora nunca consiga me desprender das milhões de coisas chatas que tenho pra fazer (ou pelo menos tentar vê-las como coisas não tão chatas).
ah... o cara de pau não é sobre a posse de arquivo que eu não deveria ter, mas sobre pessoas que se metem na minha vida sem ter devida autorização.
almoço de domingo suuuuper joia: aqui no quarto, sem fome, com artigo pra terminar, e o blá blá blá vindo de outros ares. vontade de dizer: everything's over! just can't move on.
e música de verdade: tudo vira boooooooooooooooosta! =)
please, tell my mom this is not her fault (I guess!)
amanhã ou depois, quem sabe!
[melhorando a organização do pensamento a cada dia... super demais! rs]
hahaha... sem ironia minha vida não seria a mesma! digamos que a força maior da existência, no meu caso, é poder distorcer tudo e sacanear os outros. Mas e aí... q q essa frase tem a ver com a paçoca?? simples: li e achei a minha cara... li e achei apropriado ao momento, embora nunca consiga me desprender das milhões de coisas chatas que tenho pra fazer (ou pelo menos tentar vê-las como coisas não tão chatas).
ah... o cara de pau não é sobre a posse de arquivo que eu não deveria ter, mas sobre pessoas que se metem na minha vida sem ter devida autorização.
almoço de domingo suuuuper joia: aqui no quarto, sem fome, com artigo pra terminar, e o blá blá blá vindo de outros ares. vontade de dizer: everything's over! just can't move on.
e música de verdade: tudo vira boooooooooooooooosta! =)
please, tell my mom this is not her fault (I guess!)
amanhã ou depois, quem sabe!
[melhorando a organização do pensamento a cada dia... super demais! rs]
terça-feira, 24 de agosto de 2010
one more day!
Walking through the streets.... all by myself... =/
sono e vontade de chorar!
eeeee vidão! rs
sono e vontade de chorar!
eeeee vidão! rs
segunda-feira, 5 de julho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
E o mundo respira Copa do Mundo.... [IN]FELIZMENTE!
É impressionante como em período de Copa do Mundo ou qualquer outra festividade rara o mundo todo se une pra torcer e vibrar (mesmo que seja com times dos quais nunca ouviu falar...). Não tenho conhecimento de outros lugares, mas, pelo menos aqui, é só dar uma voltinha por duas ou três ruas (e nem precisa ser centro) pra ver como o "espírito nacionalista" contagia todos os corações! [Não que eu seja totalmente contra o apreço da competição, mas acho que deveria haver envolvimento assim quanto a outros assuntos também.] Os dias continuam cada vez mais chatos. MAS o importante é que amanhã tem jogo do Brasil... [in]FELIZMENTE, eu tenho aula... :)
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Maturidade evidente!
Já diziam algumas pessoas, que, por conta da tal da memória coletiva, não lembro quem, que o tempo te dá maturidade pra ver as coisas de forma diferente. Infelizmente, isso demora mais a acontecer em determinadas situações. E, quando acontece, acaba apontando pro lado contrário que deveria, de fato, apontar. Aí a gente ri... porque, afinal, não temos outra coisa a fazer... pô... legal... massa... =)
Um dia você acorda e lá está a tal maturidade... "não vejo mais o mundo como via ontem!" e é tão lindo... ¬¬' é tão maravilhoso observar quão ingênuas as outras pessoas podem ser... ¬¬' é tão espetacular saber que essa fase já foi superada... ¬¬'
No no no!!!
tomorrow is gonna be a better day!
Um dia você acorda e lá está a tal maturidade... "não vejo mais o mundo como via ontem!" e é tão lindo... ¬¬' é tão maravilhoso observar quão ingênuas as outras pessoas podem ser... ¬¬' é tão espetacular saber que essa fase já foi superada... ¬¬'
No no no!!!
tomorrow is gonna be a better day!
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Texto de Orlando Lemos - Observatório da Imprensa
I LOVE YOU
Senha da destruição
Orlando Lemos (*)
Nas tantas definições de amor, entre poetas e sábios, é bem possível que algum deles já tenha concluído que o amor é um vírus. Alguns amores, é bem verdade, destroem, outros se autodestroem, viram manchete em letras garrafais e pouco depois todos se esquecem.
Mas de qualquer forma, o eu te amo ainda é a única senha capaz de fazer com que a solidão atávica que cada um de nós herda fique um pouco minorada pelo menos. É a senha para a comunhão – sem esse papo de alma gêmea -, para a interação entre duas pessoas totalmente estranhas – antes mesmo do fox quase bolero que o Sinatra imortalizou.
Agora vem alguém e coloca o eu te amo como a senha da destruição, do caos, do medo. Acabo de ler numa coluna de jornal que a moça chegou em casa depois de um dia bem pra baixo, abriu o correio eletrônico e, mesmo sabendo da onda na rede, não resistiu ao segundo de ilusão de que alguém a amava e abriu a mensagem. Pau na máquina, é claro.
Mas a máquina está imitando o homem. O vírus da Aids modificou tudo. A estranha/o estranho da tal música do Sinatra passaram a ser, em princípio, um inimigo. Todos desconfiam ou confiam com cabeça de kamikaze, vale tudo, que o mundo acabe amanhã.
Precisamos do Ibama
O amor – em todas as suas formas – é o eixo em torno do qual tudo gira. Acabar com a senha do amor, mesmo que seja num etéreo correio eletrônico, é perder um pedaço da gente. Nossos ícones estão acabando. Será isso o fim do mundo?
Há meses, lembro agora, meu filho recebeu um e-mail da namorada com um vigoroso, sincero e apaixonado eu te amo!!! Já pensou se fosse agora? A passividade com que vamos perdendo as coisas ou, pior, trocando as cosias, é espantosa. O mercado faz isso. Mas quem faz o mercado? Outra resposta comum: o programa (de computador) não aceita. Mas quem programa o programa?
As pessoas também estão querendo imitar a máquina – antropomorfismo às avessas, nem sei o nome a dar. Basta ligar para qualquer call center e a atendente vai se comportar como máquina. Perguntando frases que aparecem na tela e dando respostas soltas e repetitivas.
É preciso resgatar o ser humano. Ser humano, gente, pessoa não tem resposta sempre pronta na ponta da língua. Ser humano erra – e assume! –, ser humano cumprimenta e se despede das outras pessoas.
Não vale a pena resgatar esta espécie em extinção? Ibama pra gente também.
(*) Jornalista e tradutor
Senha da destruição
Orlando Lemos (*)
Nas tantas definições de amor, entre poetas e sábios, é bem possível que algum deles já tenha concluído que o amor é um vírus. Alguns amores, é bem verdade, destroem, outros se autodestroem, viram manchete em letras garrafais e pouco depois todos se esquecem.
Mas de qualquer forma, o eu te amo ainda é a única senha capaz de fazer com que a solidão atávica que cada um de nós herda fique um pouco minorada pelo menos. É a senha para a comunhão – sem esse papo de alma gêmea -, para a interação entre duas pessoas totalmente estranhas – antes mesmo do fox quase bolero que o Sinatra imortalizou.
Agora vem alguém e coloca o eu te amo como a senha da destruição, do caos, do medo. Acabo de ler numa coluna de jornal que a moça chegou em casa depois de um dia bem pra baixo, abriu o correio eletrônico e, mesmo sabendo da onda na rede, não resistiu ao segundo de ilusão de que alguém a amava e abriu a mensagem. Pau na máquina, é claro.
Mas a máquina está imitando o homem. O vírus da Aids modificou tudo. A estranha/o estranho da tal música do Sinatra passaram a ser, em princípio, um inimigo. Todos desconfiam ou confiam com cabeça de kamikaze, vale tudo, que o mundo acabe amanhã.
Precisamos do Ibama
O amor – em todas as suas formas – é o eixo em torno do qual tudo gira. Acabar com a senha do amor, mesmo que seja num etéreo correio eletrônico, é perder um pedaço da gente. Nossos ícones estão acabando. Será isso o fim do mundo?
Há meses, lembro agora, meu filho recebeu um e-mail da namorada com um vigoroso, sincero e apaixonado eu te amo!!! Já pensou se fosse agora? A passividade com que vamos perdendo as coisas ou, pior, trocando as cosias, é espantosa. O mercado faz isso. Mas quem faz o mercado? Outra resposta comum: o programa (de computador) não aceita. Mas quem programa o programa?
As pessoas também estão querendo imitar a máquina – antropomorfismo às avessas, nem sei o nome a dar. Basta ligar para qualquer call center e a atendente vai se comportar como máquina. Perguntando frases que aparecem na tela e dando respostas soltas e repetitivas.
É preciso resgatar o ser humano. Ser humano, gente, pessoa não tem resposta sempre pronta na ponta da língua. Ser humano erra – e assume! –, ser humano cumprimenta e se despede das outras pessoas.
Não vale a pena resgatar esta espécie em extinção? Ibama pra gente também.
(*) Jornalista e tradutor
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Pássaros revoltosos
tá, né... eu finjo que acredito e vc finge que fala a verdade!
[Studying hard... can't post something good enough!]
;]
[Studying hard... can't post something good enough!]
;]
domingo, 11 de abril de 2010
1, 2, 3 e... lá vai!
1º: Ouçamos sempre o que nos dizem papai e mamãe. A minha sempre dizia: "quado você dá a mão, logo te tomam o braço!" Eu reformularia, dizendo: "não ofereça nem a unha... te tomarão o corpo todo!"
2º: Àqueles de quem não gostamos, o reservado é a ignorância. [até parece q eu acredito... ¬¬ ]
3º: desculpem-me se deixo de lado coisas que podem ser importantes para outras pessoas. Só não gosto de gastar meu tempo com coisas inúteis (a meu ver).
Tudo muito subjetivo, sei... mas melhor não demonstrar o grau da revolta.
2º: Àqueles de quem não gostamos, o reservado é a ignorância. [até parece q eu acredito... ¬¬ ]
3º: desculpem-me se deixo de lado coisas que podem ser importantes para outras pessoas. Só não gosto de gastar meu tempo com coisas inúteis (a meu ver).
Tudo muito subjetivo, sei... mas melhor não demonstrar o grau da revolta.
domingo, 4 de abril de 2010
Ah, a vida...
O que, realmente, vale a pena? Não sei se os olhos ou o sorriso. Não sei se a roupa ou os hábitos linguísticos. Não sei se a cara ou a coragem. Não sei se a aparência ou a conta bancária.
Ah, a vontade de voltar a ser um ser sem preocupações existenciais...
Tão perto de ser aceitável e tão longe de ser verdade. Os rastros deixados por aqueles que veem a vida como um momento único, em que se deve viver tudo o que der vontade, mesmo que tenhamos plena consciência de que o que fazemos nem sempre é o que socialmente se estabelece como correto. "E daí que machucamos os outros? E daí que passamos por cima de nossos preceitos morais? Tudo vale a pena se for essa a minha vontade, se for isso o que manda o meu coração!" [tolices juvenis].
Ah, como eram preciosos os momentos de ingênua convivência com os amigos da escola... as trocas de lanche, as buscas por livros na biblioteca, as colas passadas sem que a professora percebesse...
É verdade que nos constituímos de lembranças. Mas o que seria mais interessante do que lembrar e usar as lembranças para construir um futuro coerente com as ações praticadas até então? Isso significa, em português mais claro: como é que uma pessoa que era 'boa', de acordo com o que eu julgo como tal, pode, repentinamente, se transformar em outra completamente diferente, com valores deturpados e em busca de coisas completamente absurdas?
"Sei lá, sei lá!" como já diziam os sábios cantores daquela música (linda, diga-se de passagem) que toca na novela.
Simplesmente não dá pra entender. E hoje não quero nem entrar na discussão de outro assunto que tô guardando pra um tópico bonitinho, sobre um assunto totalmente moderno e que faz a cabeça da gurizada.
Amemo-nos uns aos outros! (Domingo de Páscoa [pelo menos quando comecei a escrever... rs])
Ah, a vontade de voltar a ser um ser sem preocupações existenciais...
Tão perto de ser aceitável e tão longe de ser verdade. Os rastros deixados por aqueles que veem a vida como um momento único, em que se deve viver tudo o que der vontade, mesmo que tenhamos plena consciência de que o que fazemos nem sempre é o que socialmente se estabelece como correto. "E daí que machucamos os outros? E daí que passamos por cima de nossos preceitos morais? Tudo vale a pena se for essa a minha vontade, se for isso o que manda o meu coração!" [tolices juvenis].
Ah, como eram preciosos os momentos de ingênua convivência com os amigos da escola... as trocas de lanche, as buscas por livros na biblioteca, as colas passadas sem que a professora percebesse...
É verdade que nos constituímos de lembranças. Mas o que seria mais interessante do que lembrar e usar as lembranças para construir um futuro coerente com as ações praticadas até então? Isso significa, em português mais claro: como é que uma pessoa que era 'boa', de acordo com o que eu julgo como tal, pode, repentinamente, se transformar em outra completamente diferente, com valores deturpados e em busca de coisas completamente absurdas?
"Sei lá, sei lá!" como já diziam os sábios cantores daquela música (linda, diga-se de passagem) que toca na novela.
Simplesmente não dá pra entender. E hoje não quero nem entrar na discussão de outro assunto que tô guardando pra um tópico bonitinho, sobre um assunto totalmente moderno e que faz a cabeça da gurizada.
Amemo-nos uns aos outros! (Domingo de Páscoa [pelo menos quando comecei a escrever... rs])
segunda-feira, 29 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Bolsa alguma coisa [aceitam-se sugestões!]
Bom, diante de alguns passeios realizados no transporte coletivo, tanto municipal como intermunicipal, me sinto na obrigação de lançar um pedido em nome dos pobres e desprotegidos de minha cidade, região e, provavelmente, país inteiro.
Não é de hoje que sabemos que as pessoas mais necessitadas da nossa naçãozinha linda e perfeitinha clamam por uma certa ajuda advinda dos setores públicos (pagos por nós mesmos, diga-se de passagem). É tão lindo saber que ajudamos, muito diretamente, a manter programas tão bonitinhos e saudáveis pra sobrevivência da nação. [e não há nenhuma ironia no que afirmo, embora muitos assim possam pensar.] Quanto ao fato de termos ofertas de vida melhor aos necessitados, detenho-me à necessidade de se lançar uma política de distribuição gratuita de fones de ouvido. Isso mesmo! Por mais pobre que uma pessoa seja, ela tem pleno direito de ouvir suas músicas prediletas no momento que quiser. E, pasmem, essas pessoas fazem isso!!! [pra desespero dos demais seres que, por um motivo ou outro, necessitam de utilizar o mesmo espaço dessas pessoas, que devem amar convívio social!]
Voltemos ao fator "fone de ouvido". Eu diria que a preservação da espécie humana depende, em (grandes) partes, da existência desse item, que eu considero de primeira necessidade. [todas as minhas gavetas estão com alguns fones guardadinhos, para alguma necessidade que surja.]
Imagine quão perfeito seria o mundo, se cada pessoa usasse um fone de ouvido e não obrigasse as pessoas que estão por perto a escutar o que, de acordo com seu 'gosto' (ou ingenuidade cultural), acabam por denominar 'música'...
Difícil é aceitar que os gostos musicais variam... E quanto a isso eu não tenho nenhum preconceito. (mas acabe com o meu humor ligando uma música de que eu não goste ao meu lado).
Bom... resumindo: às autoridades responsáveis por esse tipo de coisa, que eu nem sei quem são, por favor, lancem aí um projetinho de distribuição de fones de ouvido nas escolas, botecos, terminais rodoviários e locais de circulação de celulares e mpx hábeis a reproduzir sons desconhecidos e prejudiciais à saúde humana (à minha, especialmente).
É menos ruim ter um fumante ao meu lado... [agora foi ironia!]
Não é de hoje que sabemos que as pessoas mais necessitadas da nossa naçãozinha linda e perfeitinha clamam por uma certa ajuda advinda dos setores públicos (pagos por nós mesmos, diga-se de passagem). É tão lindo saber que ajudamos, muito diretamente, a manter programas tão bonitinhos e saudáveis pra sobrevivência da nação. [e não há nenhuma ironia no que afirmo, embora muitos assim possam pensar.] Quanto ao fato de termos ofertas de vida melhor aos necessitados, detenho-me à necessidade de se lançar uma política de distribuição gratuita de fones de ouvido. Isso mesmo! Por mais pobre que uma pessoa seja, ela tem pleno direito de ouvir suas músicas prediletas no momento que quiser. E, pasmem, essas pessoas fazem isso!!! [pra desespero dos demais seres que, por um motivo ou outro, necessitam de utilizar o mesmo espaço dessas pessoas, que devem amar convívio social!]
Voltemos ao fator "fone de ouvido". Eu diria que a preservação da espécie humana depende, em (grandes) partes, da existência desse item, que eu considero de primeira necessidade. [todas as minhas gavetas estão com alguns fones guardadinhos, para alguma necessidade que surja.]
Imagine quão perfeito seria o mundo, se cada pessoa usasse um fone de ouvido e não obrigasse as pessoas que estão por perto a escutar o que, de acordo com seu 'gosto' (ou ingenuidade cultural), acabam por denominar 'música'...
Difícil é aceitar que os gostos musicais variam... E quanto a isso eu não tenho nenhum preconceito. (mas acabe com o meu humor ligando uma música de que eu não goste ao meu lado).
Bom... resumindo: às autoridades responsáveis por esse tipo de coisa, que eu nem sei quem são, por favor, lancem aí um projetinho de distribuição de fones de ouvido nas escolas, botecos, terminais rodoviários e locais de circulação de celulares e mpx hábeis a reproduzir sons desconhecidos e prejudiciais à saúde humana (à minha, especialmente).
É menos ruim ter um fumante ao meu lado... [agora foi ironia!]
quinta-feira, 4 de março de 2010
De algum dia do primeiro semestre de 2009...
E diante do tanto que as coisas são simples, indago-me se toda essa loucura é necessária. Não poderíamos apenas ser vivos? Não poderíamos apenas viver sem ter que vivenciar todas essas loucuras diárias? Seríamos assim tão anormais, a ponto de não conseguir identificar e selecionar o que nos faz bem? Gostaria de ter o tempo a meu favor... e de viver de acordo com a minha própria vontade; de aproveitar minhas oportunidades sem ser escrava delas; de olhar... de contemplar a beleza do amanhecer!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Tentativa de post
Cantemos à luz do som doce!
?????????
Minha carriola permaneceu lá estacionada por muito tempo, mas agora está prestes a desembarcar alguns pássaros no final da rua 208.
O som que saiu do lado de trás esteve perto do fim durante a chegada do Saíto.
Enquanto o fim estava chupando um sorvete, buscamos uma mala de papel rasgado para enfiar no buraco da carriola. Quais eram as cores da Estação?
"Loucura, loucura, loucura!" (citação!)
Ah... rimou! Vou montar um grupim de pagódi!
?????????
Minha carriola permaneceu lá estacionada por muito tempo, mas agora está prestes a desembarcar alguns pássaros no final da rua 208.
O som que saiu do lado de trás esteve perto do fim durante a chegada do Saíto.
Enquanto o fim estava chupando um sorvete, buscamos uma mala de papel rasgado para enfiar no buraco da carriola. Quais eram as cores da Estação?
"Loucura, loucura, loucura!" (citação!)
Ah... rimou! Vou montar um grupim de pagódi!
"Caçadores" de 'notícia'
É interessante como algumas esferas sociais estão sempre à procura de algo interessante para falar. Interessante??? hahaha... Nem sempre!
Digamos que a vontade de falar vai além da busca pela relevância do assunto tratado.
Como já dizia um sábio e velho chinês do interior do Moçambique: "Antes ficar calado do que dizer... (você sabe o quê!)".
Uma palma e meia para esses super e interessantes interesseiros que de informados não têm nada. Que um dia possamos encontrar nas ruas conversas/bate-papos menos fofoqueirísticos e mais realísticos. Ajudemos a construir um mundo menos ruim...
[Indignação com algo? De forma alguma! Necessidade de expressão... só isso! =P ]
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