terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Tomar remédio 3.947 vezes por dia = mais sono do que o normal!
Ai ai...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Luzes!

Quando os olhares se cruzam, assim, por acaso... é... não tem lá muito o que dizer. Sentir sozinho não é suficiente. Melhor então deixar o passado no passado e matar a saudade nas pequenas lembranças que permeiam a memória a cada instante.

E a música do exato segundo:


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


"Do jeito que for preciso!"

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Pós-carnaval


Depois do "agradeço a você, por ter sido parte importante do processo", um textinho bonitinho:

"A mim pouco importava. Tendo descoberto o mundo da palavra escrita, eu estava feliz, muito feliz [...]  Bastava-me o ato de escrever. Colocar no pergaminho letra após letra, palavra após palavra, era algo que me deliciava. Não era só um texto que eu estava produzindo; era beleza, a beleza que resulta da ordem, da harmonia. Eu descobria que uma letra atrai outra, que uma palavra atrai outra, essa afinidade organizando não apenas o texto, como a vida, o universo. O que eu via, no pergaminho, quando terminava o trabalho, era um mapa, como os mapas celestes que indicavam a posição das estrelas e planetas, posição essa que não resulta do acaso, mas da composição de misteriosas forças, as mesmas que, em escala menor, guiavam minha mão quando ela deixava seus sinais sobre o pergaminho. Tratava-se de poder, de um poder que eu aos poucos ia assumindo. Uma experiência embriagadora que não podia partilhar com ninguém [...] eu era, contudo, capaz de criar beleza. Não a falsa beleza que os espelhos enganosamente refletem, mas a verdadeira e duradoura beleza dos textos que eu escrevia, dia após dia, semana após semana - como se estivesse num estado de permanente e deliciosa embriaguez."

M.S.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Uma foto!

Eu nem estava pensando em nada. Eu só estava ali, passando rapidamente pela sala, sentindo a dor maravilhosa que esse tal de esporão que ganhei hoje está me causando. Mas a velocidade diminuiu assim que meus olhos bateram no porta retrato, e aquela foto que eu apaguei um milhão de vezes estava passando de novo. Não é saudade, não é vontade de ver, não é nostalgia. É só um sentimento que surge todas as vezes em que algo acontece e me faz lembrar você. É como se nossas vidas fossem tão intimamente ligadas que, mesmo sem nenhum contato, mesmo sem abrir mão da minha vida, a sua ainda venha inexplicavelmente e se instale aqui, do meu lado. É como se tudo o que já aconteceu, principalmente de ruim, não fizesse nenhum sentido diante do que somos uma para a outra. Uma ligação praticamente surreal. Bater os olhos e lembrar de cada detalhe... da força do vento, do gosto da boca, do brilho no olhar. É bom... é bom sim lembrar.