"Um dia desses, num desses encontros casuais, talvez a gente se encontre... talvez a gente encontre explicação!"
"Vivemos esperando o dia em que seremos melhores... melhores no amor, melhores na dor!"
A gente sempre pensa que tá fazendo o melhor, né. E algumas vezes realmente está. No entanto, nossa visão do melhor não é igual à visão dos outros. Tenho lembrado dos bons momentos, da parte boa da vida... da nossa vida. E, embora a saudade me faça chorar em alguns momentos, não consigo entender o que houve de errado como culpa minha. Desculpe, mas sei que dessa vez não estou errada. Queria que isso tudo não tivesse acontecido, mas que as atitudes fossem diferentes, sobretudo. Morro de medo de que esse vazio no peito demore demais a passar ou que um dia seja superado. Gosto demais. Acho que amo de verdade. Mas também tenho medo. Medo de não conseguir deixar de ser essa criança boba que acredita em tudo, e de que nada do que aconteceu me sirva de exemplo pros passos seguintes. Algumas vezes não me reconheço mais. Me pego fazendo coisas ou pensando em algo que não faz muito sentido. Mudei demais. Me transformei, em alguns aspectos, numa pessoa completamente estranha. Não tenho mais certeza de nada. Não tenho mais vontade de ter certeza. O tempo vai passando e a vontade que tenho é de voltar a ser uma menininha de 12 anos, ir pra escola e assistir a desenho animado. Sem responsabilidade. Sem horários. Sem contas a pagar. Sem novidades a despertar.
Continuo com muita saudade, mas tentando seguir em frente. Espero que as coisas mudem. Espero que fiquem melhores. [AND THAT'S ALL.]
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